Dudu melecado!

Dia 24/08 completou um ano que o Dudu veio ao mundo. Resolvemos presenteá-lo com um delicioso e melequento bolo de chocolate. Foi a primeira vez que ele comeu chocolate (pelo menos na minha frente!), então percebam que ele demorou pra perceber que a tal meleca era comestível – e gostosa.

 

Respostas para possíveis perguntas:

1. Estávamos em um hotel em Natal, então limpeza da bagunça não ficou por nossa conta. Ufa!

2. Não, não deu dor de barriga nele.

Beijoss!!

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12 coisas que eu aprendi sendo mãe!

Eu escrevi e deletei umas 10 vezes este parágrafo. Já disse o quanto passou rápido, também falei da intensidade com que eu vivi este último ano, do amor que eu sinto por ele, etc, etc, etc.. Resolvi então fazer algo diferente e me propor um desafio pra comemorar o primeiro ano do Dudu: Botar a cachola pra funcionar e falar sobre 12 coisas que eu aprendi nos últimos 12 meses.

  1. Ser mãe não é maravilhoso! Este texto foi a maior auto-análise que eu tive capacidade de fazer na minha vida. Não poderia deixar de falar. A recompensa por ser mãe é que torna tudo maravilhoso, mas ser mãe, de fato, não tem nada a ver com comercial de margarina.
  2. Passei a valorizar e entender muito mais a minha mãe. Embora eu seja um pouco travada (não parece, eu sei!) e não consiga dizer exatamente essas palavras pra ela.
  3. Percebi que preciso me policiar com os palavrões que costumam saltar da minha boca. Ainda não consegui, mas já aprendi que preciso mudar! É um começo, certo? Rs..
  4. Comi mamão e banana fazendo cara de “Que delíciaaa!”. Eu tenho um sério problema em comer frutas, já me disseram até que é psicológico e que deveria me tratar. Fato é que a “paposa” – assim que eu defino a textura – das frutas me dá calafrios. Nada contra sucos e batidas, o negócio é a papa ruim mesmo.
  5. Descobri que por mais que eu esteja no meu pior dia, ele tem a capacidade de me fazer ficar feliz e esquecer dos problemas instantaneamente, mesmo com o sorriso mais “xoxo” que ele apresente. Ali, tudo passa.
  6. A cada mês que passa o amor aumenta. E em uma progressão geométrica desenfreada.  Ser mãe é amar tanto que chega a doer. E como dói.
  7. Vi que de perto, nenhuma família é normal! Tenho a oportunidade de conversar com muitas mães que, entre um desabafo e outro, me fizeram perceber que todo mundo, mas todo mundo mesmo, vive uma vida bem longe de ser perfeita. O que importa mesmo, além do amor, é saber aceitar o outro e ceder. Sempre fui de criar muitas expectativas. Agora sou muito mais pé no chão.
  8. 95% dos meus programas favoritos são os programas favoritos dele. Os 5% restantes representam meu descanso, pra que eu volte a assistir Galinha Pintadinha (com direito a coreografia e saltos circenses com ele no colo) e leve ele pra correr na rua e ver todos os “uauaus” que ele quiser.
  9. Aprendi que álcool à noite e Dudu de manhã, com certeza, não combinam. Por mais moderado que seja.
  10. Depois que virei mãe comecei a “me achar” mais! Represento uma fortaleza pra ele (pelo menos pelos próximos anos, até ele perceber que os pais não têm superpoderes), e isso me torna mais forte e confiante. Receber esse tsunami de carinho todos os dias me dá força pra correr atrás das coisas que eu quero com coragem e mais vontade!
  11. Tenho vontade de ser uma pessoa melhor, todos os dias. Saber que você é o exemplo de alguém é maravilhoso, mas é a maior responsabilidade que eu posso carregar na minha vida.
  12. Descobri que eu posso sim, me arrumar em 5 minutos, me maquiar em 4 minutos, e que fazer xixi enquanto eu escovo os dentes é um perfeito otimizador de tempo!

Ter criado este blog foi definitivamente a melhor coisa que eu fiz, depois do Dudu é claro. É a melhor terapia que eu poderia fazer, e ainda por cima grátis! Obrigada a todas que me fazem continuar escrevendo por aqui!

E mais ainda, obrigada ao Eduardo por me proporcionar tudo isso!

Ser mãe NÃO é maravilhoso!

Dormir tarde todos os dias com hora pra acordar. Acordar todas as noites sem hora pra voltar a dormir. Mil refeições interrompidas. Festas e eventos perdidos. Cabelo mal cuidado, unhas por fazer, olheiras fundas. Dificuldade imensa de voltar ao peso normal. Toneladas de roupas sujas por dia. Galinha Pintadinha ao invés de Avenida Brasil. Não conseguir tomar banho e ir ao banheiro na hora que bem entender. Estar em segundo plano na sua própria vida.

Oferecer de 6 a 7 refeições de 30 minutos por dia. 8 a 10 trocas de fralda de 8min cada. 1 banho de meia hora (só aí fecharam 5 horas e meia). Trocar de roupa, brincar, contar história, estimular, distrair, ensinar, educar. Levar pra ver bichos, mato, areia. Levar jatos de xixi. Aguentar choro, birra e manha. Correr atrás. Correr atrás. Correr atrás.

Ter duas opções: uma casa organizada não que te permite viver a vida ou viver desencanada em uma bagunça (isso que tenho personal colega, e quem não tem??) Não ter objetos de decoração abaixo de um metro de altura. Passar o dia sem desligar um segundo.

Depois de 10 meses, concluí que ser mãe não é maravilhoso. Sinto muito se eu frustrei você. Talvez você possa ter lido na Caras, sobre o quão fácil e delicioso é ter um filho e como todas as famílias são lindas e perfeitas, e como os bebês das revistas não fazem cocô fedido, e como as mães tem tempo pra tudo e são supermulheres. .. Alô? Planeta Terra chamando!

Repito. Ser mãe não é maravilhoso. Maravilhoso é o amor imenso e fora do normal, que me leva fazer TUDO isso – com disposição e boa vontade – e me faz sentir o ser mais feliz e completo do mundo. O que eu ganho em troca? Sorrisos, gargalhadas e a oportunidade emocionante de acompanhar sua evolução. Parece pouco perante o trabalho que dá. Mas quem é mãe, só que é mãe, sabe que esse é o amor na sua forma mais simples e verdadeira. Que preenche tudo e me faz dar um sorriso, todas as manhãs, ao acordar e ver a pessoa mais importante da minha vida.

Resultado do sorteio do Kit Enxoval

Chegou a grande hora de divulgar nossa vencedora!

Antes de tudo, quero dizer que fiquei muito surpresa e feliz com a quantidade de pessoas que concorreram e divulgaram nossa promoção. Foram 1.324 participantes!

Obrigada a todas que participaram e acompanham o blog desde o início e às que passam a acompanhar todos os dias. Ele só está aqui por causa do retorno que recebo de vocês!

Agora chegou a hora!!!! O sorteio foi feito pelo sorteador.com.br, um sistema que gera um número aleatório. Esse número correspondeu ao número do comentário da nossa vencedora!

A sortuda: Viviane Azevedo

PARABÉNS pra você e pro mini felizardo(a) que vai levar todas essas peças lindas pra casa!

Beijos!!

E eu parti pra correria…

Boa noite!

Hoje faz uma semana que o Dudu engatinhou pela primeira vez! Fiquei muito surpresa porque ele tinha acabado de completar 6 meses. Eu só não imaginava que a evolução seria tão rápida. Quando ele começou estava todo tortinho, caía um monte, dava mil cabeçadas (todas no edredom fofinho) e o ritmo era devagar quase parando.

Hoje levei a maior canseira, ele não parou quieto! Ah, as mil cabeçadas continuam. Fiquei a tarde toda brincando de cercado humano. Engraçado que ele só vai atrás de “coisas muuuitooo legaaaais” que não são dele. Aliás, nem sei porque me dei ao trabalho de dar tantos brinquedos coloridos e barulhentos. Mais fácil seria comprar uma coleção de controles remotos e uns celulares. Aí sim ele faria a festa!

Eduardo está uma de-lí-cia! E sua humilde serva, que vos escreve, se já não parava antes, agora não tem um segundo de sossego!

Beijos e ótima semana a todos.

Agora sou mãe, mesmo!

Trabalho de parto. Eu nunca tinha prestado atenção no termo. Acho que as pessoas só se dão conta quando elas realmente vivem. Diga-se de passagem, Foi um trabalhão.

Queria ter parto normal, desde o começo falei que pelo menos iria tentar. Não sou dessas radicais que defendem o parto normal acima de qualquer circunstância, mas nunca escondi minha preferência. Dudu, imprevisível como sempre, estava com pouco líquido amniótico e eu com as 40 semanas completas sem nenhum sinal de trabalho de parto. Era preciso que ele viesse ao mundo naquela quarta-feira, dia 24 de agosto. A solução que eu e minha média encontramos foi tentar induzir o parto normal. Sorinho na veia, medicações e começaram a chegar as contrações e a dilatação, certo? Em partes. As contrações chegaram logo e me acompanharam por um dia inteirinho. Junto com elas choro, sofrimento, alguns gritos, dor, dor, muiiiiiiiiiita dor, ai que DOR!  Dilatação? – Após 12 horas de trabalho de parto e contrações horrendas de 2 em 2 minutos – 3 míseros dedos (é preciso ter 10). Às 20h eu implorei por uma cesárea. Fiz tudo o que eu pude pra ter o parto normal. Até poderia ter tido se tivesse esperado mais umas milhares de horas, mas o meu limite já tinha passado há muito tempo!

O mais estranho de tudo isso é que não me arrependi do jeito que foi. Coincidentemente, dias antes do Dudu nascer, falei com uma mãe que disse ter sentido falta de não ter vivido o trabalho de parto, que parece que tu te sentes mais mãe quando vives isso. Pelo menos serviu pra eu me sentir muito mãe! Teve até prêmio de consolo: descobri que as contrações ajudam preparar melhor o bebê mesmo para a cesárea, contribuem para a produção do leite por causa da ocitocina, reduzem os riscos de hemorragia e melhoram a cicatrização. Se me arrependo? Não. Mas existe uma grande distância entre se arrepender e ter coragem pra fazer de novo!

O que realmente importa nisso tudo é que o Dudu chegou saudável e é a coisa mais linda! Não achei com a mínima cara de joelho. Tá, sou suspeita eu sei! Mas todo mundo me fala que ele é lindo, então ele deve ser mesmo, né? Pra mim é o mais perfeito do mundo!

Esse é meu pimpolho.

Não posso deixar de registrar toda a minha gratidão a duas pessoas em especial. À minha médica querida, Dra. Raphaella Bristot, que ficou comigo das 8h as 21h e me ajudou a ficar calma na medida do possível. Ao Tiago, pai do Dudu e meu amado noivo, que me fez aguentar firme e mesmo sem poder ver sangue na frente fez questão de assistir cada minutinho do parto e está se mostrando um excelente pai.

Queria finalizar o post com algo que meu amigo Dênis me escreveu: “A frase mãe trabalhadora é redundante. Boa sorte no seu novo emprego.” E que trabalhão que dá! Noussa Senhoura!

É isso! Agora sou mãe, de verdade. E o Dudu deu a primeira brechinha pra eu vir aqui escrever. Hora de atendê-lo novamente!

Beijos!!!

Pomada Lansinoh + cuidados na amamentação

Aproveitando a semana da amamentação, vim falar de uma produto que comprei pra auxiliar nas rachaduras e nas dores nos seios.

Recebi milhares de recomendações da pomada Lansinoh, até já falei aqui sobre ela. É a base de lanolina pura e não precisa ser removida para amamentar. Nos Estados Unidos custa em torno de U$10,00. Aqui no Brasil entre R$50 e 60. Uma outra boa opção é a Lanidrat, também com o mesmo princípio ativo e custa em média R$35. O uso pode ser iniciado a partir do ultimo trimestre da gestação.

Além das pomadas, recebi outras instruções da minha médica, de outras mães e das minhas leituras diárias para ajudar a antes e durante a amamentação:

  • O uso da bucha vegetal é controverso. Alguns médicos aconselham outros já dizem que machuca. Eu uso de vez em quando, mas muito delicadamente, só pra me acostumar e perder um pouco a sensibilidade.
  • Tomar sol nos mamilos de 10 a 15 minutos/dia. Uma alternativa pra quem não pode fazer isso (eu moro em apartamento e tem uma construção bem na frente, não sei se seria muito legal!) é colocar uma lâmpada incandescente de 40w a pelo menos 40cm de distância por 15 minutos.
  • Optar por soutiens de algodão, de alça mais larga e firme, que facilitam a ventilação e são mais higiênicos
  • Nunca passar sabonetes ou hidratantes nos bicos dos seios
  • No caso de mamilos planos ou invertidos, usar conchas de seios para ajudar na formação dos bicos. Usar também após iniciar a amamentação, para manter os seios ventilados.
Quanto antes começar, melhor!
Beijos!!