A escolha da escola – parte 2

Segue a continuação do post anterior! Espero que gostem. 

Como a mãe deve agir para facilitar a adaptação do bebê?

Para a adaptação, o mais importante é a mãe estar segura da decisão de colocar seu filho na escola. As crianças são muito sensíveis, percebem e precisam dessa segurança para iniciar essa fase tão importante em suas vidas. No período de adaptação, a presença da mãe no espaço escolar deve ser discreta, sem maiores interações, pois quem deve ter essa aproximação é o (a) professor (a), que irá conquistar a confiança e apresentar todas as novas oportunidades para a criança. Eu gosto de orientar as “minhas” mães a trazer a criança caminhando (evitar o colo para que não seja necessário “pegá-la” da mãe). Se for bebê, que entregue à professora, evite o movimento da professora ter que “tirar” o bebê da mãe. E sempre despedir-se da criança! Olhar nos olhos e conversar sobre o que vai acontecer, por exemplo: “A mamãe vai trabalhar, agora você vai ficar na escola e eu venho te buscar! Te amo!”. Inevitavelmente o choro faz parte desse processo, e eu entendo o quanto difícil deve ser para a mãe sair vendo seu filho chorar. Mas tenha certeza, o (a) professor (a) irá ligar para os responsáveis caso a criança fique muito incomodada. Cada criança tem o seu tempo, mas a adaptação vai acontecer!

Existe uma época certa para colocar os bebês na escola? A partir de que idade?

Essa é uma questão muito particular, pois depende da necessidade de cada família, normalmente conforme a licença maternidade. As escolas habilitadas, recebem bebês com poucos meses de vida. Para a adaptação, se possível, considero mais adequado no início do ano letivo, pois escola, professores e famílias estão todos intensamente unidos nesse mesmo movimento.

As crianças costumam ficar doentes quando entram na escola. Você percebe isso em seus alunos? O que a mãe deve fazer?

Principalmente na primeira infância, a criança está desenvolvendo as imunidades, por isso está mais vulnerável a ficar doente, ainda mais agora no inverno. A qualquer sintoma de mal estar, a escola entra em contato com os responsáveis. Criança doente quer o colinho da família, ela precisa ficar em casa e seguir as orientações médicas.

Educar é crescer. E crescer é viverEducação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra“. (Anísio Teixeira)

Espero ter esclarecido algumas questões!

Até mais!

Beijinhos,

Mari!

Anúncios

3 respostas em “A escolha da escola – parte 2

  1. Adorei o post. Minha filha começará a adaptação na semana que vem, e está com 4 meses e duas semanas. Dá um superaperto no coração, mas tem que ser feito… 😦
    Vou trabalhar na segurança que tenho que passar para ela no momento de deixá-la na escolinha.

    • Ainda não passei por isso pq estou tendo a oportunidade de trabalhar em casa, mas quando chegar a minha hora será muito difícil, com certeza!
      Mas todas conseguimos!! hehe
      beijinhos e obrigada pela visita.

  2. Acho que ainda não tinha te agradecido aqui pelo Blog né?!
    Bia, mais uma vez, muito obrigada pelo convite! Realmente espero ter contribuído!
    Aqui sempre tá (como tua amiga, Pedagoga, tia do Dudu e mais…)!!!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s